O fungo de Chernobyl que come radiação

A usina soviética de Chernobyl foi palco do pior acidente nuclear da história. A radiação fez com que cidades inteiras fossem evacuadas e deixou a região em volta do complexo inabitável por cerca de 20 mil anos.

Em 2007, um robô foi enviado para investigar os escombros da usina e fez uma descoberta bastante surpreendente: havia fungos crescendo nas paredes infestadas de radiação. Trata-se de leveduras Cryptococcus que desenvolveram melanina (a mesma substância que protege a pele do sol) e convertem radiação gama na energia necessária para o crescimento.

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O Efeito Tinker Bell

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O Efeito Tinker Bell é um fenômeno que descreve as coisas que só são reais porque as pessoas acreditam. Por exemplo, o valor do dinheiro. Uma cédula de dinheiro só vale o que está impresso nela porque as pessoas que trocam e recebem esse dinheiro acreditam nisso. Se esse valor desaparece na imaginação das pessoas, ele some também na realidade.

Sim, o nome Tinker Bell vem da fadinha da série Peter Pan, que só consegue viver se as crianças acreditarem na sua existência.

Agora, mais interessante ainda é o chamado Tinker Bell reverso, que descreve exatamente o oposto: alguma coisa que se torna menos real em proporção ao número de pessoas que acreditam nela. Por exemplo, se todos acreditassem que dirigir é perfeitamente seguro, todos andariam de carro sem prestar atenção no trânsito. As ruas, então, se tornariam um ambiente perigoso pela distração dos motoristas e, na realidade, o oposto do que as pessoas acreditam.

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A triste doença de quem não vê movimento

A cegueira de movimento é uma condição neurológica extremamente rara que condena seus portadores a viverem em um filme de stop motion.

A doença, que geralmente resulta de danos graves ao cérebro, afeta o córtex visual e impede seus pacientes de realizarem as tarefas mais básicas do cotidiano. Além de eliminar a percepção de movimento em si, ela compromete em muito a orientação espacial, o que torna extremamente perigosa uma atividade simples como sair na rua.

Imagine-se, por exemplo, colocando água em um copo. Você acompanha o nível do líquido subindo dentro do copo, portanto, sabe quando deve parar de encher. Já um portador de cegueira de movimento não vê a etapa entre o copo estar vazio e cheio. Ele só percebe que deve parar de encher quando o copo transborda.

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TNT x Dinamite – Qual a diferença?

Sabemos que não existe muito segredo na função dessas duas substâncias: explodir coisas. Mas dizer que TNT é a mesma coisa que dinamite, além de errado, é uma confusão bastante comum.

O dinamite foi patenteado pelo em 1867 pelo sueco Alfred Nobel (sim, o mesmo do prêmio) e é basicamente uma mistura de nitroglicerina e diatomita, um tipo de rocha sedimentar calcária. A criação do dinamite foi uma grande revolução no mundo dos explosivos, pois trouxe, pela primeira vez, um composto com grande potencial energético e, ao mesmo tempo, relativamente estável.

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Já o trinitrotolueno, ou TNT para os íntimos, é um composto nitrogenado em forma de cristal amarelado que, apesar de não ser tão poderoso quanto o dinamite, é consideravelmente mais seguro e versátil que o seu concorrente.

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Tanto o TNT quanto o dinamite são materiais chamados de altos explosivos, isto é, a liberação de energia dessas substâncias vêm em forma de detonação, não deflagração. Na detonação, o explosivo é decomposto numa violenta onda de choque que atravessa o ar geralmente a velocidades supersônicas, enquanto que a deflagração consiste numa liberação mais lenta de energia, com o explosivo sendo incendiado gradualmente. A pólvora e substâncias empregadas em fogos de artifício são exemplos de baixos explosivos, aqueles que se decompõem por deflagração.

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A gigantesca nuvem de álcool no espaço

Interstellar-Alcohol-CloudEm 2006, astrônomos do Jodrell Bank Observatory encontraram uma gigantesca massa de metanol envolvendo um berçário estelar na nossa galáxia.
O corpo de impressionantes 463 bilhões de km – cerca de 78 vezes a distância entre o Sol e Plutão – pode ser visto em verde à direita na imagem acima.

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Pasteurização e UHT – qual a diferença?

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Lá no século XIX, um cientista francês chamado Louis Pasteur dava fim à teoria que dizia a vida vinha de matéria inanimada, muito popular na época. Num experimento muito interessante -você pode vê-lo aqui, Pasteur provou que a contaminação de alimentos se dava pelos micro-organismos presentes no ar, e não por alguma capacidade sobrenatural que os objetos possuíam de produzir seres vivos.

O processo que usamos hoje tem seu nome justamente em homenagem ao cientista pioneiro da infectologia que o inventou. Na pasteurização, o leite é elevado a temperaturas de mais de 70°C por 15 segundos e logo em seguida essa temperatura é derrubada para a casa dos 4. Esse choque térmico mata a maioria dos micro-organismos nocivos já presentes no leite, mas poupando uma parte dos probióticos -os famosos lactobacilos vivos que ajudam a regular a flora intestinal.

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O UHT –Ultra Heat Treatment- não é um processo muito diferente. O que muda é que, esse sim, por conta das temperaturas de quase 150° C, esteriliza totalmente o leite. Isso tem suas vantagens e desvantagens, visto que apesar de permitir que o leite tenha uma validade maior -o leite longa vida pode durar meses se guardado na geladeira, o UHT elimina todos os probióticos que a pasteurização mantém em parte.

Tanto o leite pasteurizado quanto o UHT perdem nutrientes e vitaminas importantes, mas essa perda é bem maior no UHT quando comparado ao leite pasteurizado.

O leite é só um dos produtos que sofrem pasteurização: sucos, vinhos, cervejas e muitos outros alimentos também recebem esse tratamento.

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Formula Rossa, a montanha russa mais rápida do mundo

Com uma velocidade máxima de 240 km/h, a Formula Rossa do Ferrari World de Abu Dhabi é a montanha russa mais rápida do mundo. O “brinquedo” produz sensações de quase 5 G e sobe até 52 metros. Veja você mesmo:

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