Vírus

Você com certeza já ouviu falar de vírus. Não estou falando dos vírus que aparecem quando  sua inexperiente mãe abre emails como “VOCÊ FOI SORTEADO PARA GANHAR 1 IPHONE!!!”. Estou falando dos seres microscópicos (bem menores que uma bactéria) que causam doenças desde banais para um organismo saudável, como a conjuntivite e a gripe comum, até as que têm um alto risco de mortalidade, como a AIDS.

A palavra ‘vírus’ vem do latim e significa veneno. Isso porque os pesquisadores, antigamente quando ainda não se tinha tecnologia para estudo avançado, percebiam que quando uma certa bactéria ficava infectada (vírus infectam bactérias), infectava as que estavam próximas a ela também. Então por muito tempo considerou-se que as bactérias secretavam um tipo de veneno quando estavam doentes.

Até hoje há toda uma discussão na questão de considerar o vírus como ser vivo ou não, porque, ao mesmo tempo que não possui célula alguma, ele é capaz de se reproduzir (ainda que precise parasitar uma célula para isso) e carrega material genético. Mas também isso é a única coisa da “vida” que ele faz.

Sim, os vírus não passam de minúsculas cápsulas de proteína contendo material genético, que pode ser composto por DNA ou RNA, ao contrário de seres celulares em que aparecem os dois tipos.

H1N1

Mesmo assim, muitas epidemias bastante marcantes na história do mundo foram viroses (causadas por vírus). Os surtos de gripe espanhola de 1918 e de gripe suína de 2009 foram ambos causados pelo mesmo vírus, H1N1. Na África, a febre hemorrágica mortal conhecida como Ebola (causada pelo vírus de mesmo nome) e a também famosa gripe aviária, que teve casos pelo mundo desde 1900 até 2007.

Quando temos doenças diagnosticadas como bacterianas, geralmente tomamos antibióticos prescritos por um médico. O antibiótico age interrompendo o ciclo de nutrição da bactéria nociva ou impede que ela forme parede celular. Como o vírus não faz nada disso por não ter célula, um antibiótico em casos de virose não adianta em nada.

A solução mais adequada até hoje é a vacinação, uma dose enfraquecida do agente infeccioso, fazendo com que o nosso sistema imunológico reconheça e elimine-o mais facilmente num caso real. É como se fizéssemos uma simulação sem contar que é uma simulação.

Não olhe, não olhe, não olhe, não olhe

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